Veja o vídeo em:
http://www.youtube.com/watch?v=JKmX-5g7GfQ
Senhor Presidente,
Senhor Ministro,
Senhores Membros do Governo,
Senhoras e Senhores Deputados.
A implementação da agenda de Lisboa para o crescimento e emprego, consubstanciada no PNACE – Plano Nacional de Acção para o Crescimento e o Emprego – é uma oportunidade para que o nosso país acelere, com substância, o seu processo de modernização, aumentando a competitividade da nossa economia, a riqueza do país e dos portugueses e, em consequência crie mais emprego, mais coesão social e maior qualificação do território.
O Plano Tecnológico, reconhecidamente um desígnio nacional desde 2005, é uma agenda de mudança para a sociedade portuguesa que já mobilizou empresas, famílias e instituições para que, com o esforço conjugado de todos, possam ser vencidos os desafios de modernização de Portugal.
Sabemos que a acção do Plano Tecnológico assenta em 3 planos:
No Conhecimento[1] – Qualificando os portugueses para a sociedade do conhecimento;
Na Tecnologia[2] – Vencendo o atraso científico e tecnológico;
Na Inovação[3] – Adaptando o tecido produtivo aos desafios da globalização.
A implementação do Plano Tecnológico atingiu já, nos seus planos de acção um nível de execução muito satisfatório. Ainda sem a possibilidade de recorrer ao QREN, em Novembro passado, cerca de 89% das medidas do Plano Tecnológico já se encontravam em execução ou concluídas, sendo que será no capítulo da inovação que a importância do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) que hoje discutimos, se fará sentir de uma forma mais relevante.
A dinamização de Pólos de Competitividade, a criação de uma Rede Nacional de Serviços dinamizada a partir dos Centros Tecnológicos, a criação de certificados verdes e de certificados de garantia de origem e a criação de uma plataforma para a sua negociação, e a promoção de uma Política de Cidades: Redes Urbanas para a Competitividade e a Inovação, são algumas das medidas “pró-inovação” do Plano Tecnológico que muito irão ganhar com a aprovação do QREN.
A minha pergunta, Senhores Membros do Governo centra-se neste tema: sabemos que estamos a viver uma nova fase da globalização marcada pelo protagonismo de novos actores com grande impacto (como a China e a Índia.), bem como no alargamento da própria União Europeia.
A nossa aposta na inovação é estratégica e decisiva para o futuro de Portugal.
Quais as novas oportunidades, os novos desafios que no quadro de uma política de estimulo à inovação o QREN nos trará?
Obrigado
constitui o enquadramento para a aplicação da política comunitária de coesão económica e social em Portugal no período 2007 – 2013.
[1] Qualificar os portugueses para a sociedade do conhecimento, fomentando medidas estruturais vocacionadas para elevar os níveis educativos médios da população, criando um sistema abrangente e diversificado de aprendizagem ao longo da vida e mobilizando os portugueses para a Sociedade de Informação.
[2] Vencer o atraso científico e tecnológico, apostando no reforço das competências científicas e tecnológicas nacionais, públicas e privadas, reconhecendo o papel das empresas na criação de emprego qualificado e nas actividades de investigação e desenvolvimento (I & D).
[3] Imprimir um novo impulso à inovação, facilitando a adaptação do tecido produtivo aos desafios impostos pela globalização através da difusão, adaptação e uso de novos processos, formas de organização, serviços e produtos.
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
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